"Eu não invento nada, está tudo aqui! É por isso que tenho de viver aqui!."
(Joan Miró)
Joan Miró i Ferra foi um importante pintor, escultor, gravador e ceramista surrealista catalão.
Quando jovem foi aluno da Escola de Belas Artes de Barcelona e da Academia Gali. Foi sua ida a Paris, depois de completar seus estudos, que o fez entrar em confluência com o fauvismo e dadaímo. Essa visita mudou a percepção de Miró com a pintura, impulsionando criar uma linguagem muito livre e pessoal com esta arte.
Essa linguagem é recheada de uma fantasia naif - sem as profundezas das questões psicanalistas surrealistas. Suas telas apresentam, frequentemente, o colorido e o guache, sobre imagens infantis de pessoas, animais e coisas.
Miró criou em sua pintura meios de expressão metafórica, comum dos artistas dadaístas e surrealistas, guiando-o nas décadas de 1920 e 1930 a focar-se ao trabalho surrealista e simbólico.
O trabalho desse artista com o passar do tempo tornou-se reconhecido. Sendo, em 1954, agraciado com o prêmio de gravura da Bienal de Veneza. Em 1968 foi nomeado pela Universidade de Havard, doutor honoris causa e em 1980 recebeu do rei Juan Carlos I da Espanha, a Medalha de Ouro de Belas Artes.
Joan Miró morreu em Palma de Maiorca, Espanha, aos 90 anaos. Deixou uma vasta obra caracterizada pela utilização de matizes fortes e alegres; com formas dinâmicas, livres e bem-humoradas, que sugerem imagens vistas em sonhos.
Miró criou em sua pintura meios de expressão metafórica, comum dos artistas dadaístas e surrealistas, guiando-o nas décadas de 1920 e 1930 a focar-se ao trabalho surrealista e simbólico.
O trabalho desse artista com o passar do tempo tornou-se reconhecido. Sendo, em 1954, agraciado com o prêmio de gravura da Bienal de Veneza. Em 1968 foi nomeado pela Universidade de Havard, doutor honoris causa e em 1980 recebeu do rei Juan Carlos I da Espanha, a Medalha de Ouro de Belas Artes.
Joan Miró morreu em Palma de Maiorca, Espanha, aos 90 anaos. Deixou uma vasta obra caracterizada pela utilização de matizes fortes e alegres; com formas dinâmicas, livres e bem-humoradas, que sugerem imagens vistas em sonhos.
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'Maternidade' - 1924 |
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'Números e constelações em Amor com uma Mulher' - 1941 |
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'O Carnaval de Arlequim' - 1924 |
'A mulher e o gato' - 1959 |
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'Horse, Pipe, and Red Flower' - 1920 |
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'Despertando o Amanhecer' - 1924 |
Fonte:
http://wellingtonbarcelos.blogspot.com/2010/12/joan-miro-i-ferra-vida-e-obra-breve.html
http://www.fundaciomiro-bcn.org/
(Imagens retiradas do site Google)
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