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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Os ensinamentos de Iris Apfel



Aos 90 anos, Iris Apfel, ícone do design de interiores, moda, estilo e da autenticidade, escreveu as grandes lições do seu envelhecimento.

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, dê somente, o próximo passo, pequeno.
3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.
4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.
5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.
6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
8. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.
9. Quanto a chocolate, é inútil resistir.
10. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.
11. É bom deixar suas crianças verem que você chora.
12. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.
13. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.
14. Tudo pode mudar num piscar de olhos. Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.
15. Respire fundo. Isso acalma a mente.
16. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.
17. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.
18. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.
19. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.
20. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use lingerie chique. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.
21. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.
22. Seja excêntrica agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.
23. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
24. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você..
25. Enquadre todos os assim chamados "desastres" com estas palavras 'Em cinco anos, isto importará?'
26. Sempre escolha a vida.
27. Perdoe tudo de todo mundo.
28. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
29. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo...
30. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.
31. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.
32. Acredite em milagres.
33. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.
34. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.
35. Envelhecer ganha da alternativa -- morrer jovem.
36. Suas crianças têm apenas uma infância.
37. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
38. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.
39. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.
40. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
41. O melhor ainda está por vir.
42. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.
43. Produza!
44. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.




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Evoé
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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Vazios Volúveis - Leonardo MAthias



Vazios não tão vazio, vazios com sussurros, vazios oscilantes. Vazios Volúveis, exposição do artista paulista, Leonardo MAthias, em cartaz na galeria Arte&Fato até o dia de hoje, 10 de outubro.
O quanto o vazio é vazio? Essa pergunta ficou soando em minha mente enquanto eu me aventurava na exposição, ao lado da doutoranda em psicologia, Clarissa de Freitas. Vazios Volúveis tem algo de contemplativo, ousado, criativo e também perturbador. Perturbador, especialmente, porque provoca com a volubilidade do vazio, seus intervalos, os sussurros pairando no silêncio que tocam e sacodem a alma, levando-nos a um estado de perplexidade e reflexão. Tem o eco de um grito em Vazios Volúveis, tem intervalos de vidas, o confronto e o encontro do rosa com o azul, do azul com o rosa.
Clarissa me apontou para o diálogo que ocorria dos objetos expostos com os desenhos, o quanto um objeto pode ser lido de outra forma, sem deixar de ser o objeto, sem deixar de ser um fragmento da verdade. Também nos atentamos ao uso da transparência, da sobreposição, que provocam uma quebra: o quanto o que se vê é de fato o "objeto real"? Há uma brincadeira entre essa visão turvada, as quebras de tempo, as sobreposições construindo uma realidade que transita pela ordem do interno e teima em cruzar para o externo. Tem algo de poético, algo de repouso que oscila com momentos de conflito. A noite também se faz presente em Vazios Volúveis, a noite que muitas vezes é acompanhada do feminino. A noite que às vezes é um estado de alma... e o feminino que se mistura ao ambiente, tão sutilmente e tão presente, quanto a fragrância de um perfume que toma conta de um espaço.
Vazios Volúveis é uma experiência que acaba tocando todos os sentidos. Vazios nem sempre são tão vazios assim...



Horário: 14h às 19h (2ª a 5ª feiras) / 11h às 17h (6ª)
Local: Arte&Fato Galeria
Endereço: Avenida Protásio Alves, 1.893 - Petrópolis


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sábado, 15 de março de 2014

A arte de Gustav Klimt



Gustav Klimt foi um pintor simbolista austríaco, nascido em 14 de julho de 1862 em Baumgarten, próximo à Viena, foi o segundo dos sete filhos de uma família pobre. Quando tinha apenas 14 anos, iniciou seus estudos na Escola de Artes e Ofícios. Mais tarde, abriu com o irmão Ernst um atelier painéis decorativos.
Klimt começou a ser reconhecido pelo seu trabalho, o que resultou em um contrato importante: pintar a escadaria do Museu Histórico de Arte de Viena. Nesse trabalho o artista pode dar sua contribuição pessoal ao estilo decorativa em questão. Após isso, Klimt sofre com a perda do irmão, Ernst, e então se desfaz do atelier. Inscreve-se para Sociedade dos Artistas Vienenses e lá funda o grupo Secessão, que editava a revista "Ver Sacrum", para a qual o artista contribuiu com diversas ilustrações.
Em 1905 Klimt deixa o grupo e uni-se aos pintores austríacos Egon Schiele e Oskar Kokoschka, realizando inúmeras viagens pela Europa. Nessa época Klimt desenvolveu uma pintura muito sua: ornamental, linear e feminina.
Klimt é famoso por uma série de retratos femininos, considerados provocativos e delicados. Em sua famosa obra, "O beijo", Klimt retrata ele mesmo e sua modelo preferida e também amante, Emilie Flöger. A arte de Klimt transita entre o figurativo e o abstrato, entre o sonho e lapsos de realidade. Conforme Vanessa Beatriz Bortulucce, pesquisadora ligada à  Unicamp:

"As obras de Klimt, especialmente da chamada ‘fase dourada’, fazem diversas releituras da arte oriental. Não o Oriente que serve de inspiração para o ‘japonismo francês’, mas a arte bizantina, e mesmo a egípcia que inspiram Klimt. Suas obras mais reconhecidas são aquelas onde as colagens de elementos – já experimentando novos materiais propostos pelas vanguardas – são muito utilizadas. Muitas delas são realizadas diretamente em muros ou paredes, novamente uma releitura do suporte usado"

Depois da morte de sua mãe, Klimt opta por utilizar cores mais sombrias, beirando a monocromia.
O renomado artista morre em 1918, vítima de um ataque de apoplexia.



"O Beijo", 1908

"As virgens", 1910

"Beethoven Frieze - The Hostile Forces", 1902

"Retrato de Adele Bloch-Bauer I", 1907
"Judith I", 1901
"Retrato de Emilie Flöge", 1902
"Stoclet Fries", 1905
"Wasserschlangen II", 1904
"Altar de Dionísio", 1886
"Hygieia", 1900
"Water Serpents I", 1904
"Pallas Athene", 1898
"A morte e a vida", 1915
"Danae," 1907


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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Aquarelas de Agnes Cecile

Agnes Cecile, pseudônimo da artista italiana Silvia Pelissero, estudou na escola de arte Giorgio De Chirico por um tempo e depois seguiu como autodidata. Agnes Cecile traz para sua arte uma porção de técnicas, o resultado são quadros fascinantes. É um arte forte, que instiga a imaginação. É como se a artista trouxesse a dimensão dos sonhos e dos sentimentos para tela.
Confira agora algumas obras:














 Para saber mais, acesse:

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quarta-feira, 24 de julho de 2013

A sensual e cativante arte de Lena Sotskova

Filha única, descendente de uma geração de aristocratas russos, a artista Lena Sotskova nasceu na cidade de Moscou em 1963. Muito cedo imergiu na arte e na cultura, influência dos artistas, músicos e atores que visitavam a família. Por isso, quando Sotskova viveu o despertar de seus talentos, não se espantou em seguir seus instintos artísticos e criativos.
Aos quatro anos de idade Sotskova já pintava, fato que estimulou os pais a buscarem para ela uma educação formal, tendo aulas com aclamados e talentosos artistas. A música contracenou com a pintura em sua vida até os dezessete anos quando enfim decidiu dedicar-se de corpo e alma aos pincéis. Satskova percebendo que dom e talento não bastavam, levou sua educação a sério, entrando para universidade russa mais competitiva. Conforme consta sua biografia, "durante seus seis anos na universidade, ela estudou (entre muitas outras disciplinas), a história de estilos de arte mundiais, técnicas de arte de mestres do Renascimento, e métodos de pinturas de ícones como os encontrados em igrejas russas. Sotskova mesmo estudou anatomia e observou cadáveres reais em um necrotério para conhecer melhor a forma humana e melhorar a sua pintura do corpo humano".
Após seus muitos anos de estudo, Sotskova mudou-se para New York, onde a vibração e a emoção do lugar conferiram a suas obras novos ímpetos.
A arte de Sotskova é sensual e requintada. Ela explora muito bem os traços e as cores. Além disso tem uma atmosfera de encantado e onírico. A presença do feminino, do romance e de mascarados é marcante. É o tipo de arte que por si só conta uma história, que intriga e cativa.

Birth of Venus

Carnival

Chemistry

Concert

Destiny

Dream

Gemini

High Society

Inspiration 2

Just Love

Leading Violin

Modern Classic

Romance

With Gypsies



Para saber mais, acesse:
http://sotskova.com/


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quarta-feira, 6 de março de 2013

A fluidez da forma: Sayaka Kajita Ganz


A arte de Sayaka Kajita Ganz tem um ponto peculiar: o movimento. Elas parecem correr, saltar, voar.
A artista japonesa cria impactantes esculturas inspiradas na natureza utilizando materiais recicláveis. Para ela, todos os utensilios esquecidos e que fazem parte do nosso dia-a-dia se convertem em matéria-prima para sua arte. Suas esculturas representam animais em movimento de uma forma poética e refinada, captando tais momentos que traduzem toda a intensidade, vitalidade e velocidade.
A filosofia da arte de Ganz está em um ponto sublime: a beleza está em todas as partes, mas às vezes é necessário uma mudança de perspectiva para encontrá-la. Sua fonte de inspiração é a natureza e a energia vital de animais, o vento, a corrente de água, as ondas e o tempo. O foco está no movimento e na direção que são exprimidos através dos detalhes em formato de ondulações e escamas.
Vista de perto, a arte de Ganz tem inúmeras lacunas em algumas áreas, entretanto, quando apreciadas de longe percebemos seu todo e sua grande beleza e harmonia. Através de sua arte Ganz transmite sua mensagem de esperança.

















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