domingo, 8 de janeiro de 2012

A Encantadora Barcelona

Barcelona é a maior cidade e capital da comunidade autônoma da Catalunha, no nordeste da Espanha. Está localizada na costa do Mediterrâneo, entre a foz do Rio Llobregat e a foz do Rio Besòs, sendo limitada ao oeste pela Serra de Collserolla.
A palavra Barcelona deriva do antigo Ibero Fenício Barkeno, inscrito em uma antiga moeda em alfabeto Ibero como Barkeno em caractéres Iberos.. Em grego antigo como Βαρκινών (Barkinṓn) e em latim como Barcino, Barcilonum e Barceno. Na Idade Média, a cidade ficou conhecida como Barchinona, Barçalona, Barchelona e Barchenona.
Barcelona é uma cidade linda. Rica em cultura e arquitetura, presentes no antigo Bairro Gótico, nas Igrejas, na Praça Gaudí. Existe uma harmonia apaixonante no contraste entre o novo e o contempâneo de suas construções. Em poucos minutos você pode ser transportado para pedaços da história da Idade Média, ou então para prédios luxuosos e modernos.
O sol brinda Barcelona com uma beleza dourada e contagiante. O azul tão límpido de seu mar é uma benção, nada melhor que caminhar na beira praia... Ou deixar os olhos perdidos nas inúmeras matizes de seu pôr-de-sol.
O porto da cidade é tido como mais importante da região do Mediterrâneo no que se refere a mercadorias e contentores, é também o mais solicitado para cruzeiros.
Barcelona é referência em toda a Europa, devido ao seu centro cultural, político e econômico.
Pessoalmente, amei conhecer Barcelona. É encantadora, mágica e apaixonante. Se me perguntarem "vale a pena conhecer Barcelona?", eu responderei "é tão bela essa cidade que é quase irrestísivel não ficar para sempre lá...".

Sagrada Família. (Foto: Michelle Buss)

Barcelona. (Foto: Michelle Buss)


Barceloneta. (Foto: Michelle Buss)

Barcelona. (Foto: Michelle Buss)

Bairro Gótico. (Foto: Michelle Buss)

Bairro Gótico. (Foto: Michelle Buss)

Bairro Gótico. (Foto: Michelle Buss)

Parque Gaudí. (Foto: Michelle Buss)

Parque Gaudí. (Foto: Michelle Buss)



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sábado, 7 de janeiro de 2012

Caelum - O Cinzel Celeste


Caelum (Cae), ou ainda, o cinzel, é uma constelação do hemisfério celestial sul. É uma das constelações definidas por Nicolas Louis de Lacaille.
Ela representa um cinzel, instrumento utilizado para lavrar pedras e metais.  É uma constelação tênue, sem alguma estrela de brilho representativo. Posiciona-se como a oitava constelação mais pequena do firmamento.



Caelum faz parte do grupo de constelações modernas. Das 88 constelações ocupa o posto 81 devido a seu tamanho.
Caelum é o cinzel do escultor celeste.





Fontes:
* http://www.topastronomer.com/StarCharts/Constellations/Caelum.php


(Todas as imagens retiradas do site Google)

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Os Homens Que Não Amavam as Mulheres (Män Som Hatar Kvinnor)


Os Homens que Não Amavam as Mulheres (Män Som Hatar Kvinnor) é um filme suéco baseado no livro de mesmo nome, de Stieg Larsson (para saber mais do livro, aqui).
O filme é surpreendente. O diretor Oplev segue bastante à risca o texto original. Aliás, é um dos poucos filmes baseados em livros que tem um roteiro perfeitamente encaixado, dos que eu já assisti.
O clima de thriller é muito bem construído e a atmosfera de suspense e de mistério prende a atenção do espectador. 
Afinal, o que realmente se esconde por trás do desaparecimento de  Harriet Vanger?  Quanta perversidade é oculta na famosa e rica família Vanger? Uma longa e instigante investigação feita pelo exímio jornalista investigativo Mikael Blomkvist (Michael Nyqvist), auxiliado pela brilhante e traumática hacker, Lisbeth Salander (Noomi Rapace)... 
Pistas, perigo, códigos, segredos, desejo, ambição, loucura...
Um filme denso, com cenas pesadas e realistas; de personagens fortes e complexos. De uma fotografia, cenário e trilha impecáveis.





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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Listas telefônicas que se transformam em arte pura - Alex Queral

Alex Queral é um artista intrigante. Natural de Cuba, radicado nos Estados Unidos, Queral faz parte da geração que inova nos materiais utilizados para arte.
Alex Queral faz incríveis esculturas de listas telefônicas. Isso mesmo!! Nada de gesso, madeira, metal ou mármore... mas listas telefônicas.
A ideia de utilizar esse material para suas obras surgiu da observação de inúmeras pilhas listas usadas.
Após isso, Queral trabalhou arduamente no desenvolvimento de sua técnica de esculpir...
O processo é um tanto lento e muito detalhado, por isso, ele só consegue produzir duas esculturas por mês.
Primeiro, o artista desenha o rosto de uma pessoa em um pedaço de papel e o coloca na lista. Logo, utilizando lâminas e bisturis, corta milhares de página para criar o retrato em 3D. Finalmente, o acabamento é feito com uma camada de tinta acrílica.
O resultado de tuuudo isso?? Uma arte surpreendente! Listas telefônicas que se transformam em arte pura.











Gostou?? Então, acesse:
http://www.projectsgallery.com/Queral.htm


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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Interligados


O que eu penso sobre o futuro da humanidade?
Não tenho  anos de experiência ou sabedoria o suficiente para tecer profundas discussões sobre tal, entretanto, como um ser que gosta de se expressar, sinto a necessidade de dividir minha opinião.
O que eu vejo é uma humanidade um tanto egoísta e não estou falando apenas a nível de indivíduos, mas também de nações. Egoísmo no desejo violento de desenvolvimento econômico; na exaltação cega de qualidades; em empurrar a culpa de todos os problemas do mundo para outros países, em especial os menos desenvolvidos; em não ter responsabilidade o suficiente para abraçar seus deveres.
É muito fácil dizer: "O meu país é o melhor do mundo! O problema de poluição não vem dele, mas daquele país...". É muito fácil acreditar nisso, crer que o mundo pode estar pegando fogo, mas, como o incêndio não vem do sua pátria, não tem problema, afinal, ela está protegida com uma invisível e indestrutível bolha.
Não, não é assim que as coisas funcionam! Se o mundo viver uma catástrofe global, é claro que a sua pátria correrá o mesmo risco que as outras... Ficar empurrando o problema para outrem não vai solucionar nada, ainda mais se o assunto for de ordem vital.
Vamos ser sensatos e abrir nossos olhos: nações diferentes vivem em um mesmo mundo. Ou seja, querendo ou não, estamos todos interligados. E não adianta tentar levantar a bandeira de raças puras, de povos mais inteligentes, belos e limpos, porque, além de ser um conceito preconceituoso, muitos estudos já comprovaram que o mundo, atualmente, é bem "misturado".
Aliás, sejamos gratos a essa "mistura" porque, além de garantir a nossa existência, tornando nossa espécie mais resistente, ela é responsável pela beleza oriunda da miscigenação.
Vamos olhar também por uma ótica relativamente imparcial: todas as nações têm seus problemas particulares, não existe uma que esteja livre disso. Todavia, sejamos honestos em admitir que todas possuem riquezas e belezas culturais e locais.
Todas tingem de forma singular, criativa e incomparável a história da humanidade (por mais que existam semelhanças e inserções de outras culturas, cada qual é única). E é isso que as faz tão especiais. A perfeita harmonia dos diferentes tons faz com que a obra se torne inigualável.
Quanto aos problemas que nos assolam e que afetam o planeta, acredito que deveríamos refletir antes de simplesmente sentenciar, "isso é problema deles".
Não, não é apenas deles. É nosso; de todos! Manter o equilíbrio desse planeta que garante a permanência de nossa existência e de nossos descendentes é responsabilidade de todos!
Hora de abrir os olhos e clarear nossas mentes. Hora de despertar, arrancar a transparente cortina de arrogância e egoísmo que nos separa. Querendo ou não, estamos de alguma forma interligados... O mesmo céu, o mesmo sol, os mesmos oceanos, o mesmo planeta...
Vamos usufruir de todas as coisas produtivas que essa conexão proporciona. Estejamos cientes: se trabalharmos unidos, a descoberta de soluções será potencializada.
Não estamos aqui para simplesmente sobreviver; não estamos aqui para viver isoladamente, estamos aqui para coabitar - entre nós, a natureza e o planeta. Isso já toma uma pequena grande parcela do sentido da vida.


(Michelle Buss)




(Imagem retirada do site Google)
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