segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

23º Grito do Nativismo Gaúcho


Aproveitando alguns dias nessa terra de belezas naturais (Jaguari), ontem, tive o prazer de ir apreciar do 23º Grito do Nativismo Gaúcho.
As músicas selecionadas desse ano foram realmente muito boas  e fiquei bastante satisfeita com a premiação.
Poder observar que a música regional do Rio Grande do Sul vem se tornando cada vezes melhor me deixou feliz.
Revi pessoas queridas como Nilton Ferreira (um dos premiados), Tuny Brum, João Ari de Lima Ferreira, Rômulo Chaves, Lucas Cattelan... Isso é uma das coisas bacanas que os festivais proporcionam, encontros e reencontros.


O show de intervalo foi com Cristiano Quevedo, pessoa maravilhosa e talento único. Cristiano tem uma facilidade incrível de interagir com o público, de emocionar. E que emoção foi escutar o Hino Rio-Grandense como música de encerramento de seu show.
Resumir a noite de ontem com uma palavra?! EMOCIONANTE!

Vencedoras do 23º Grito:

- 1º lugar: A Voz do Amor, de Rômulo Chaves, com música de Nilton Ferreira, com Jorge Freitas e Nilton Ferreira
- 2º lugar: O Mar de Alfonsina, de João Bosco Ayalla, Nilton Junior, e Martin César, com Adriana Sperandir
- 3º lugar: Pra Traduzir um Retrato, de Bianca Bergman e Piero Ereno, com Maurício Barcelos
- Música Mais Popular: Aproveitando a Ocasião, de Marco Antônio Nunes, Halber Lopes, e Xuxu Nunes
- Melhor Intérprete: Miguel Marques, em O Galpão e a Passarada, de Rômulo Chaves e Miguel Marques
- Melhor Instrumentista: Marco Michelon, bateria em Assuntado, de João Stimamilio, Paulinho Cardoso e Leandro Cachoeira, e em Pra Traduzir um Retrato, de Bianca Bergman e Piero Ereno
- Melhor Poesia: A Voz do Amor, de Rômulo Chaves, com música de Nilton Ferreira
- Melodia: O Mar de Alfonsina, melodia de João Bosco Ayalla e Nilton Junior, em letra de Martin César, com Adriana Sperandir


(imagens retiradas do site Google)


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domingo, 22 de janeiro de 2012

É Tarde para Saber



É Tarde para Saber é um romance de Josué Guimarães. 
O enredo é envolvente, apaixonado e desesperador. Cássio e Mariana são dois jovens de classes sociais diferentes e vivem no contexto da ditadura militar.
Ele é o misterioso jovem, "estudante de Engenharia", de origem humilde. Ela, donzela da sociedade carioca, alienada, uma rosa protegida por uma redoma de cristal.
Os contrastes de pensamentos e comportamentos ganham um enfoque nesse obra.
Um livro que trata de política, sem falar diretamente nela. Mergulha-se nas esperas e desesperos traçados por Mariana. No desejo de encontrar seu amado, um jovem arredio.
Segredos, encontros nada tranquilos, diferenças, silêncios... Os olhos de Mariana não conseguem ir além de seus desejos e fantasias. Na espera incansável das mensagens por códigos criadas por Cássio, na certeza de vê-lo.

"Se era noivo, se era virgem, se era alegre, se era bom, não sei, é tarde para saber”

(Carlos Drummond de Andrade)



domingo, 15 de janeiro de 2012

Família Lima


Família Lima é um grupo musical brasileiro, natural do Rio Grande do Sul. 
Criado em 1994, tocando o estilo clássico, a banda viu seu sucesso despontar ainda com o primeiro álbum, "Primeiro Amor". Após isso, deram inícios à turnês por todo o Brasil e por palcos internacionais, como Granada (Espanha), Viena (Áustria), Nova Iorque, entre outros países.
Em 2010, Família Lima lança o disco, "1, 2, 3, 4,e 5", com uma proposta mais ousada, onde estilos musicais são mesclados junto ao clássico. 
Escutei esse último trabalho da Família Lima e gostei bastante. Achei os arranjos bem elaborados e inovadores.  Gostei também a letra das composições. É um trabalho de bastante qualidade. 



Gostou? Então, acesse:
http://www.floficial.com.br/


(Imagem retirada do site Google)
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

DIÁLOGOS

Tem vezes que a solidão me pega de jeito, me assusta e aperta o peito.
Mas aí eu abro a porta e deixo-a entrar.
Sorrio para solidão, beijo seu rosto e descubro em mim uma plenitude, um silêncio gentil que só quando estou com ela, longe de tudo que me cerca, eu poderia achar.
Aí, travessa ela me revela que estar sozinho não é estar só.


(Michelle C. Buss)



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http://eadrom.wordpress.com/
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