domingo, 31 de julho de 2011

Já Era

Tu pediste para eu ser
o que não sou,
sendo que,
com certeza, tu
foste menos que serei um dia.

(Lucas Reis Gonçalves)


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http://www.lucasreisgoncalves.com/


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sexta-feira, 29 de julho de 2011

As Esculturas de Papel de Jeff Nishinaka

O estadunidense Jeff Nishinaka  é mestre na arte de tranformar papel em esculturas.
Usando sua enorme criatividade e habilidade, através de luz e sobreposição, Nishinaka cria elaboradas esculturas em 3D. Em um primeiro olhar, tem-se certeza que o suporte da obra é marmore ou outro tipo de material semelhante, mas na verdade, é puramente papel. Uma fantástica combinação de papel, sombra, relevo, criatividade e realismo. Pode-se dizer que a arte de Nishinaka é uma nova definição e conceito do papel!












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http://www.jeffnishinaka.com/

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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Pelas Ruas de Dublin ao Som de Maria Gadú

(Imagem retirada do site Google)

Dublin vem me proporcionando experiências maravilhosas. Mas claro, impossível não sentir saudades do meu querido Brasil...
Às vezes, pego-me escutando muitas músicas brasileiras no trem... dia desses, estava cantarolando Maria Gadú.
Maria Gadú me encanta por seu talento, pelo timbre de sua voz, pela sua simplicidade, pelo seu carisma, pela capacidade de reinventar, de ser ela mesma. Ela vem debravando palcos, consquistando públicos, dando sangue novo a música popular brasileira (sem esquecer o que há de bom na tradição).
Eu ando pelas ruas de Dublin - longe, longe, do meu adorado país - cantarolando Maria Gadú, viajando para praias brasileiras nas ondas sonaras de Maria Gadú. Ouvi-lá faz a saudade ser bem menor... Faz, por alguns instantes, sentir-me em casa.

DUBLIN.
(Foto: Michelle Buss)


TUDO DIFERENTE
Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, viu
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta
Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, né
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta
Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, né
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta
Você passa, eu paro
Você faz, eu falo
Mas a gente no quarto sente o gosto bom que o oposto tem
Não sei, mas sinto, uma força que embala tudo
Falo por ouvir o mundo, tudo diferente de um jeito bate
Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, viu
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta





Gostou?? Então, acesse:
http://www.mariagadu.com.br/

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terça-feira, 26 de julho de 2011

Budapeste


Budapeste marca a quarta produção literária do compositor, cantor e escritor Chico Buarque de Holanda.
Budapeste tem como protagonista José Costa (ou Zsoze Kosta, seu nome em Búlgaro) é um escritor que vive nas sombras ('ghost-writer'), ou seja, autor que cria seus enredos, discursos, artigos e outros escritos anonimamente, concomitantemente em que testemunha outros conquistarem a fama por aquilo que ele criou.
José vive na cidade do Rio de Janeiro e é casado com a bela e supercial apresentadora de telejornal Vanda, que tem um filho seu, Joaquinzinho. Junto do amigo Álvaro Cunha, José é sócio de uma agência que produz textos anônimos para outros. Nesse enredo, o protagonista encontra-se imerso em profundas reflexões e frustações.
Entretanto, o destino de José muda completamente quando então no retorno de um Congresso de ghost-writers na Europa, acidentalmente vai parar em Budapeste, na Hungria.
Assim, o que inicialmente parecia uma cidadezinha cinzenta transforma-se em um local mágico. Aos poucos José torna-se  Zsoze e o idioma húngaro Auma paixão. Paixão esta que também é encarnada em Krista, sua amante.
Em Budapeste José desvenda uma nova identidade e todo misticismo do idioma, da cidade, das pessoas.
Budapeste é um livro pronfundo, intenso, sedutor! Tem poesia, tem alma!

E eu queria descobrir os pensamentos dela antes que eles se transformassem em palavras húngaras

Bela bela bela, branca branca branca, e era pobre o meu vocabulário”


Abaixo, o trailer do filme Budapeste o qual foi basedo no livro:




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domingo, 24 de julho de 2011

As Impressões de Claude Monet


Oscar-Claude Monet, foi uma famoso pintor francês e o mais célebre entre os impressionistas. Aliás, o termo Impressionismo adveio de um dos primeiros quadros desse pintor, "Impressão, nascer do sol", quando de uma crítica feita ao quadro pelo pintor e escritor Louis Leroy: "Impressão, nascer do Sol” – eu bem o sabia! Pensava eu, justamente, se estou impressionado é porque há lá uma impressão. E que liberdade, que suavidade de pincel! Um papel de parede é mais elaborado que esta cena marinha.". Apesar de Impressionismo ser, inicialmente, um termo pejorativo, Monet e seus colegas o adotaram porque sabiam da grande revolução que estava se iniciando na pintura.
Assim, o que num primeiro momento não havia sido bem recebido pelo público começou a repercurtir  por toda a Europa quando então, em 1865, Monet entra para o Salão oficial de Paris.
Entretanto, é no ano seguinte que o artista consagra-se, quando expôs duas telas: "Camille" ou "O vestido verde" e "A floresta em Fontainebleu". A tela "O vestido verde" recebeu elogios por parte dos críticos e conquistou um prêmio no salão de Paris.
A técnica que Monet utilizava para pintar seus quadros era bastante peculiar aos olhos alheios. Ele havia desenvolvido na época uma técnica que mais tarde seria considerada uma das mais belas do mundo. O que aparentemente parece ser de perto meros borrões e imagens turvas ganha nitidez e concretude quando se distancia a visão. 
Talvez ele quisesse afirmar com sua arte  que, tudo não passa de uma impressão, a vida não é forjada por uma única realidade. Uma cena pode ser contemplada de diferentes ângulos. São os distintos recortes que fazem a obra se tornar inesquecível.

Woman with a Parasol,1875

Poppies Blooming, 1873

Water lilies, 1903

Fishing Boats Leaving the Port of Le Havre, 1874

Impression, soleil levant, 1872

Giverny, 1900



Fontes: 
http://www.sabercultural.org/template/pintores/Monet-Claude-1.html 

* (Todas as imagens retiradas do site Google)



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